sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011


Nunca mais eu tinha escrito aqui.
E é uma pena que o motivo da minha volta seja tão doloroso.
o unico homem que eu gostaria muito, mas não posso excluir da minha vida.
Meu pai.
Nossa, como seria bom se eu pudesse excluir todas as informações genéticas dele do meu DNA. não hesitaria.
Dessa vez o cara que consegue ser a personificação do que vem a ser o extremo oposto de gentil passou dos limites. Não sei se pra ele a falta de resperito por mim tem limites.
Eu estava doente e ele gritando. Nossa, como eu queria nunca ter passado por isso.
Eu não consigo dormir ou acordar sem que a imagem dele surtando não me venha à mente. Eu quero esquecer isso.
Não sei como as coisas vão se resolver, mesmo querendo dar uma de infantil e fazer o jogo dele, usando as mesmas armas que a dele, eu prometo para vocês, meu leitores imaginários, que eu vou fazer de tudo para não perder a linha, caso nós tenhamos que conversar.
quer dizer, nós temos, mas ele não quer, e, sinceramente, depois de tantas conversas mal sucedidas que eu implorei pra ter com ele, acho melho não também.

Sorte que eu tenho pra onde ir, que minha mãe me recebeu de braços abertos e que ele não paga faculdade pra mim.

O que mais me irrita é que a minha mãe ainda quer a grana dele, pois é, eu sei que é obrigação dele, mas dá vontade de dizer pra ele pegar todo esse dinheiro infeliz e fazer oq eu ele achar melhor, já que os filhos deles, que estudam, nunca reprovaram, não usam drogas ilícitas e nunca fizeram nada para envergonhá-lo, a não ser ter nascido, já que os filhos dele não merecem.
Puts, eu estou dramática, eus ei, é vergonhoso pra mim. Queria poder fazer análise.

Queria nunca ter ido morar com ele.
por que depois ue eu conheci a vida que ele realmente leva, não sobrou mais nada além de um repúdio e uma vontade enorme de nucna ser igual a ele.

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